As lágrimas que encorajava,
agora, nem tem mais destino.
Depois de um tempo,
quem nos acorda é um susto rápido e rasteiro
Deixa na vontade, um segredo que quer estar
Nem quer calar,
Não quero perceber
Nem quer tentar,
Não quero ver
No medo, há o sofrer da vida
Por isso, precisamos de um pouco de raça
Pra seguir com tanta graça
A vida que passa
em rancor e doce comportamento,
fica assim,
flor desprotegida, em noite fria, desprendida e querida
em noite de amor
De uma vitrine,
uma luz te sinaliza, a que preço?
Trata-se sim de um pacto
Nada de recompensas,
Nada de arrependimento
Cor preta e branca
Até em dia começar
escrever outra história,
outra poesia
com outro recomeço.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
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