quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Espírito

é morte e vida no mesmo dia
é planta que nasce e semeia
é o pólem da vida
as cinzas , se misturam de verde, azul, anis
é que é distante o caminho
é quem sempre explica é o fim
mas quando a luz transpassa as portas nas frestas
nos cantos da sua janela
as crianças vão continuar brincando
as crianças vão continuar cantando
os adultos sorriram da vida amarga
e o ardor, é coisa normal e comum
que surge no peito sem se explicar
ao ritmo que passa rápido
e torna-se lento
as áureas se multiplicam
lágrimas pesadas nascem no canto, embaixo
por todos os lados do olho
a simplicidade, é imensa, por isso tem coração puro
e puro bobo
talvez demais para o tempo
mas esse eu que eu tenho guardado aqui
é o meu mais precioso bem de semeio e regar
os sinos vão bater
a música irá parar
apesar de que silencio tambem é música
e ainda é uma arte infinita
as vidas não se esperam
então as vezes criticamos muito os momentos
eu sei que o amor é lindo
e amar é assim
coisa do coração

a luz se pondo mostra o fim do dia
depois de vários cigarros, apagamos a noite e a boemia
e assim
acalma esse meu amigo

EU....

de autoria de edu berigo... numa madrugada